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Como agir ao cair em golpe de criptomoedas, segundo a Polícia Civil

O Núcleo de Combate aos Cibercrimes (NUCIBER) da Polícia Civil do Paraná lançou uma iniciativa importante para ajudar pessoas que caíram em golpes envolvendo criptomoedas. No site do NUCIBER, você encontra orientações práticas para reunir a documentação necessária se for uma vítima de fraudes relacionadas a investimentos em criptomoedas.

Quando falamos de golpes desse tipo, muitas vezes a vítima faz transferências bancárias para empresas que prometem retornos altos ao investir em criptomoedas. Para lidar com essas situações, a Polícia Civil recomenda que você colete algumas informações essenciais. Isso inclui dados do seu banco, como agência e conta, além das informações da conta para a qual você transferiu o dinheiro, como CPF e chave Pix. Lembre-se de listar também os valores que foram transferidos.

Existem também casos em que a pessoa já usa corretoras conhecidas, como a Binance, e acaba enviando criptomoedas para carteiras fraudulentas. Nesses casos, é crucial ter documentos que comprovem essas transações, como cópias que permitam copiar os valores envolvidos, identificações das carteiras de origem e destino, e o hash das transações.

Pensando em facilitar a vida das vítimas, o NUCIBER recomenda que, ao apresentar essas informações, você as salve em um pendrive. O ideal é que seja uma planilha editável que contenha, por exemplo, o hash da transação (Tx Hash), o endereço de destino e a rede utilizada, seja BTC, ETH ou outra.

Se precisar de ajuda, a Polícia Civil sugere que você entre em contato antes de se deslocar até a unidade. O telefone para informações é (41) 3304-6800. Você pode visitar o NUCIBER pessoalmente de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, na Rua Pedro Ivo, 672, no Centro de Curitiba.

Rafael Cockell

Administrador, com pós-graduação em Marketing Digital. Cerca de 4 anos de experiência com redação de conteúdos para web.

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