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Gigantes como Tether e Nvidia investem US$ 1,4 bi na Neura Robotics

A Tether, a empresa por trás da stablecoin USDT, fez barulho recentemente ao participar de uma rodada de investimento de US$ 1,4 bilhão na NEURA Robotics. Essa startup é focada em “inteligência artificial física”, ou seja, desenvolve robôs que podem realizar tarefas cotidianas que normalmente fazemos. É como ver um assistente robô ajudando nas compras ou até lavando a louça, um cenário que não está tão distante da nossa realidade.

Mas não foi apenas a Tether que se juntou a essa empreitada. Gigantes como Nvidia, Amazon e Qualcomm também estavam na mesa, somando forças para financiar essa tecnologia inovadora. Recentemente, a NEURA Robotics postou um vídeo nas redes sociais que mostra como sua robótica pode impactar nosso dia a dia e até fez uma reflexão interessante: “será que esses robôs pensam sobre dinheiro eletrônico quando veem um adesivo de ‘aceitamos Bitcoin’ em uma loja?” É um questionamento que nos faz olhar para o futuro das finanças.

Tether lidera rodada de investimento de US$ 1,4 bilhão em robótica

Com um lastro de US$ 186,7 bilhões, a Tether se tornou uma das empresas mais lucrativas do mundo, ampliando seu portfólio com mais de 120 investimentos globais. Na quarta-feira (10), a empresa anunciou sua participação na rodada de US$ 1,4 bilhão voltada para a NEURA Robotics. Essa quantia representa uma das maiores captações na área de robótica humanoide.

No vídeo divulgado, a Tether conecta suas inovações tecnológicas ao universo do Bitcoin, sugerindo que essa criptomoeda pode ser a escolha futura para os robôs. Eles não só visam realizar tarefas, mas também possivelmente interagir com o sistema econômico de uma forma nova e interessante.

Nvidia, Amazon e outras gigantes também participam

A NEURA Robotics não está sozinha nessa trajetória. O financiamento Série C também contou com o suporte de grandes nomes como Qualcomm, Bosch, e até bancos de investimento. Em uma declaração, a NEURA destacou que está desenvolvendo uma nova categoria de infraestrutura de IA, onde robôs cognitivos não apenas aprendem, mas também colaboram e operam em ambientes reais. Eles chamam esse ecossistema de Neuraverse.

A proposta é ambiciosa: levar as inteligências artificiais do mundo virtual para o físico, permitindo uma troca constante de conhecimento via robôs. Fundada na Alemanha, a NEURA atualmente compete com os gigantes do setor nos EUA e na China, mostrando que a corrida por inovações em robótica está aquecida e cheia de possibilidades.

Rafael Cockell

Administrador, com pós-graduação em Marketing Digital. Cerca de 4 anos de experiência com redação de conteúdos para web.

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