Brasil e Colômbia atuam juntos na prisão de suspeito da PF
A Polícia Federal (PF) do Brasil fez uma grande operação ao capturar um colombiano suspeito de integrar um esquema internacional de tráfico de drogas. O homem foi preso na Colômbia no dia 2 de janeiro e agora aguarda por uma extradição para ser julgado no Brasil.
Esse desdobramento está ligado à Operação Xeque-Mate, que começou em outubro de 2025 e visa desmantelar uma organização criminosa que atuava no Amazonas. O colombiano, que estava foragido há cerca de um ano, tentava se esconder e chegou a passar por procedimentos estéticos para dificultar sua identificação. Mas, no fim das contas, seus esforços não foram suficientes para escapar das autoridades.
Informações da FICCO/AM mostram que o suspeito não estava apenas envolvido no tráfico de drogas, mas também participava de atividades de lavagem de dinheiro, utilizando fintechs e criptomoedas para isso. Essa prisão é uma vitória importante na luta contra o crime organizado. As autoridades afirmaram que essa ação evidencia o trabalho conjunto entre países para enfrentar estruturas criminosas que operam internacionalmente.
Além disso, o colombiano estava na lista vermelha da Interpol, o que facilitou sua prisão. Esse tipo de colaboração internacional é essencial, especialmente no combate ao tráfico de drogas, que ainda é um grande problema na Colômbia, um país com uma forte história nesse sentido desde os tempos de Pablo Escobar.
Outro colombiano foi preso na Espanha
Em um episódio semelhante, outro colombiano foi detido em Valência, na Espanha. Assim como o primeiro, ele também estava na lista da Interpol e foi preso no dia 5 de novembro de 2025, aguardando extradição ao Brasil. Esses casos ressaltam a importância da cooperação entre países, principalmente entre a América Latina e a Europa, em investigações relacionadas ao tráfico de drogas.
É bom lembrar que a Colômbia carrega um estigma histórico ligado ao narcotráfico, o que complicou a situação política do país. Recentemente, o presidente norte-americano Donald Trump acusou o presidente colombiano Gustavo Petro de envolvimento com organizações criminosas, especialmente após a prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
Petro se defendeu, afirmando que não tem relação com o tráfico e que estava tomando medidas para combater o crime em seu país. Em suas declarações, ele ressaltou que seus bens são públicos e que nunca gastou mais do que ganhou.
Esses eventos mostram não apenas a complexidade do combate ao tráfico de drogas, mas também as tensões políticas que surgem em meio a investigações internacionais. A luta continua, e cada avanço é um passo importante em direção a um mundo mais seguro.





