Santander libera criptomoedas para clientes no Brasil, confira lista
O Santander tá ampliando suas opções de investimento e agora vai oferecer uma variedade de criptomoedas diretamente em seu aplicativo. Depois de dois anos fornecendo esse serviço através da fintech Toro, a novidade chega para toda a base de clientes no Brasil em maio de 2026.
Entre as criptomoedas disponíveis, os investidores poderão negociar Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Polygon (POL), Litecoin (LTC), Algorand (ALGO), Avalanche (AVAX), Cardano (ADA), Polkadot (DOT), Solana (SOL) e a stablecoin USDC. Essa movimentação marca a entrada de mais um banco no mercado cripto, demonstrando como as instituições tradicionais estão se adaptando ao novo cenário financeiro.
Santander Corretora: a nova face das criptomoedas
Recentemente, o Santander anunciou a fusão da marca Toro e a formação da Santander Corretora, com informações confirmadas pelo executivo Evandro Vieira. Essa estratégia é um passo significativo para consolidar a presença do banco no universo das criptomoedas.
Para operar no mercado, foi criado o CNPJ 12.455.479/0001-30, que já foi registrado no Banco Central do Brasil. A nova corretora começa com um capital social de R$ 283.299.721,27, respeitando assim as exigências do regulador.
Expansão e governança
Evandro Vieira destacou que a oferta de criptomoedas está sendo desenvolvida com o mesmo cuidado aplicado aos ativos tradicionais. Isso significa que os clientes podem contar com uma estrutura de governança e segurança que já garante a proteção das economias deles. É uma forma de aproximar o banco ainda mais do que seus clientes esperam em termos de segurança.
No final de 2025, o Santander já estava buscando um gerente focado apenas na área de criptomoedas, preparando o terreno para essa expansão em 2026.
É bom lembrar que, enquanto muitos bancos e fintechs têm se aventurado no universo cripto nos últimos anos, o Banco Central do Brasil tem adotado um processo mais rigoroso de regulamentação desde a promulgação da Lei nº 14.478/2022. Com isso, as instituições do setor bancário têm buscado se regularizar e oferecer serviços com mais segurança e transparência, mudando a forma como as criptomoedas são vistas no país.





