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Três memecoins a monitorar no início de 2026

O mercado de criptomoedas começou 2026 com um “reset”, algo comum em ciclos de alta e baixa. Isso desorganizou as posições dos investidores a curto prazo. O Bitcoin, por exemplo, voltou a flertar com os US$ 90 mil, alcançando a marca de US$ 92,5 mil nesta segunda-feira, 5 de janeiro. Enquanto isso, o Ethereum se manteve firme acima de US$ 3,1 mil. Porém, o que mais se destacou foi o renascimento das memecoins, que começaram a chamar a atenção dos investidores novamente.

O que está por trás desse movimento? É simples: os ETFs de criptomoedas começaram 2026 com força total. No primeiro dia útil do ano, os ETFs de Bitcoin registraram entradas líquidas de US$ 471,3 milhões, enquanto os de Ethereum somaram US$ 174,5 milhões — totalizando US$ 645,8 milhões. Esses números são uma boa indicação do apetite dos investidores por ativos de risco.

Porém, é bom ficar alerta. A discussão em torno da inflação persistente, puxada pelo boom dos investimentos em inteligência artificial, pode reverter essa tendência de otimismo e afetar a disposição dos investidores em arriscar. Historicamente, em momentos como este, são os ativos mais voláteis, como as memecoins, que costumam ser os primeiros a sofrer.

Neste cenário, algumas memecoins estão ganhando destaque novamente. Quando o mercado se movimenta para o lado positivo, a busca por assimetrias de rendimento volta à tona. Três projetos, em especial, têm chamado a atenção: são eles o PEPENODE, Maxi Doge e Ponke. O PEPENODE, por exemplo, está atraindo a curiosidade por sua abordagem inovadora que transforma a mineração em um jogo — algo que promete facilitar a vida dos investidores.

PEPENODE ($PEPENODE) — A primeira memecoin “mine-to-earn” do mundo

O PEPENODE está aqui para mudar a forma como a mineração é vista. Tradicionalmente, esse processo é complicado e técnico, mas a proposta do projeto é permitir que qualquer pessoa participe, misturando “mine-to-earn” com um toque de gamificação. Ele conta com um sistema virtual de mineração, recompensas escalonadas e um painel tão divertido que parece mais um jogo do que um gerenciamento de rig.

O funcionamento é intuitivo: os usuários compram e personalizam Miner Nodes, fazem upgrades nas “facilities” para otimizar a performance e ganham recompensas em memecoins, como PEPE e Fartcoin. Uma das jogadas inteligentes do projeto é a ativação do gameplay logo após o evento de geração do token, o que ajuda a manter a comunidade engajada mesmo depois do “fogo de palha” inicial de vendas.

A pré-venda está bombando e já arrecadou US$ 2.550.456,64, com os tokens saindo a US$ 0,0012161. Além disso, o projeto sugere que os participantes comprem e façam staking durante a pré-venda para conseguirem retornos especiais, o que é interessante, mas exige acompanhamento, uma vez que os valores não são fixos.

Maxi Doge ($MAXI) — Cultura de alavancagem 1000x com competições

Agora, se você está atrás de algo mais ousado, o Maxi Doge pode ser a sua praia. Esta memecoin apresenta um cachorro de 240 lb como símbolo de uma mentalidade de alavancagem de 1000x. Essa imagem exagerada funciona como um ímã social, unindo a comunidade em torno desse conceito.

O que realmente diferencia o Maxi Doge são suas mecânicas de retenção. Com competições de trading e recompensas em rankings, além de um fundo chamado Maxi Fund, voltado para garantir liquidez e parcerias. Essas ações são fundamentais, pois criam ciclos de atenção e mantêm o engajamento da comunidade entre as oscilações de preço.

A pré-venda também é forte, já somando US$ 4.413.001,72, com tokens a US$ 0,0002765. Os interessados precisam estar ligados, pois o staking tem um APY dinâmico, ou seja, as taxas podem variar de acordo com a participação e as condições do pool.

Ponke (PONKE) — Memecoin na Solana feito para velocidade

Por fim, temos o Ponke, que opera na blockchain da Solana, focado em traders e comunidades de jogos. A grande vantagem da Solana é a velocidade e o custo baixo das transações, algo que se encaixa perfeitamente no mundo das memecoins, onde a rapidez é essencial.

A proposta é oferecer uma experiência fluida e acessível, com um foco em utilidades de engajamento, como uma funcionalidade chamada “helmet”. A facilidade de movimento entre as transações é crucial para que o projeto consiga ganhar tração e se tornar viral.

Em meio a uma atividade constante no mercado no início de janeiro, o token se posiciona em torno do #813, com um marketcap próximo a US$ 16 milhões. A retomada do Bitcoin, que está novamente atraindo interesses, também ajuda a alimentar essa competição entre o PEPENODE, Maxi Doge e Ponke.

Esses três projetos estão em destaque agora, com o PEPENODE levando vantagem pelo seu conceito inovador de “mine-to-earn”. É um momento interessante para acompanhar as movimentações do mercado e das memecoins que estão ganhando vida novamente.

Rafael Cockell

Administrador, com pós-graduação em Marketing Digital. Cerca de 4 anos de experiência com redação de conteúdos para web.

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